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As sombras, buscas e nuances da existência

Dublinense lança segundo livro de contos de Saul Melo

postado por Lu Thomé em 23 de setembro, 2010

Um homem que cava, incessantemente, para descobrir o que há no fundo de um poço. Encontrará a luz ou o nada? As narrativas de Saul Melo se concentram nessa busca, construindo enredos de existência e inexistência, deixando incidir a luminosidade sobre temas que desafiam o homem desde a sua origem. Mas sem revelar ou banalizar, usando-​se da literatura para trazer novas luzes ou novas sombras à questão.

Entre sombras
Entre sombras será lançado pela Dublinense no dia 30 de setembro de 2010 (quinta-​feira), a partir das 19h30min, na Livraria Saraiva do Moinhos Shopping em Porto Alegre.

Os 18 contos de Entre sombras mostram o homem na sua constante busca pelo significado da vida e pelos acontecimentos após a morte. Personagens que enfrentam a luz e a sombra, a arte que triunfa sobre a morte, a mitologia, os medos e as obsessões. Cenas e situações que mostram a realidade, os conflitos e a condição humana.

Na orelha do livro, a escritora Cíntia Lacroix fala sobre a temática dos contos de Saul Melo. “Nesses contos, é constante o revezamento entre corpo e sombra, entre o palpável e o imaterial. Uma alternância que semeia a suspeita: duas faces da mesma medalha? Com a habilidade dos bons contistas, Saul Melo sabe conduzir essa alternância no ritmo certo e na medida exata. Some-​se a isso o notável apuro com que são descritas algumas cenas, acrescente-​se as pitadas de mitologia grega presentes aqui e ali, junte-​se ainda a suavidade do golpe desferido ao final de cada conto e teremos Entre sombras, um livro que direciona holofotes sobre o seu autor, destacando, no cenário da narrativa curta gaúcha, uma presença a aplaudir de pé.”

Saul Melo nasceu em Bom Jesus (RS) e radicou-​se em Porto Alegre (RS), onde cursou direito, exerceu a advocacia e ocupou cargos na administração federal. Publicou contos no jornal literário Folha de Letras e em diversos sites. Também fez parte das antologias 101 que contam (2004), Histórias de quinta (2005) e Brevíssimos! (2005), todas organizadas por Charles Kiefer. Seu primeiro livro de contos, Vestígios dela e outras histórias, foi lançado em 2008. Frequentou oficinas de criação literária com Vera Karam, Laury Maciel e Charles Kiefer. Atualmente, participa dos seminários de produção literária com Léa Masina.

Preço: R$ 25,00 (exemplar) /​Formato: 14 x 21 cm /​112 páginas
www.dublinense.com.br

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Da cor azulada e cinzenta do céu no inverno

Romance de Gustavo Machado apresenta cidade marcada pelo frio e um governo totalitário

postado por Lu Thomé em 19 de agosto, 2010

A vida de Otto, pintor sem perspectivas, tem as mesmas cores do céu azul acinzentado dos dias de inverno. Quando a reserva de dinheiro acaba, ele pede um emprego para o amigo de infância, que trabalha para o governo. É essa reviravolta, atuando como instrutor de pintura no Centro Popular de Cultura, que fará com que ele conheça e se envolva com Sophia, uma de suas alunas, casada com um homem perigoso. Confuso, ele é arrastado para essa relação conturbada, sem saber se conseguirá (ou mesmo se quer) salvar Sophia. No mesmo prédio em que mora, outra tentação ronda seu apartamento: a vizinha adolescente Berta, que entre bolos de chocolate e café, também atua como confidente de Otto.

Sob o Céu de Agosto
Sob o Céu de Agosto, de Gustavo Machado, será lançado pela Dublinense no dia 26 de agosto de 2010 (quinta-​feira), a partir das 19h, na Livraria Nobel do Shopping Total, em Porto Alegre.

O livro exigiu a dedicação de muitos anos do autor. Em 2003, na sua primeira versão, recebeu uma menção honrosa no I Prêmio Casa de Cultura Mario Quintana. Sob o Céu de Agosto é ambientado numa espécie de cidade fictícia, onde os personagens vivem sob o olhar sempre atento de um tipo de ditadura de esquerda. O texto de Gustavo Machado é preciso e narra, com muita propriedade, este enredo policial. A presença de sexo, sangue e mistério, porém, torna-​se secundária na trama que levanta, de forma indireta e despretensiosa, algumas das mais recorrentes questões do humanismo. Como explica o jornalista e escritor Juremir Machado na orelha da obra. “Gustavo narra bem. Sabe envolver, manter o suspense e leva o leitor pela mão. Tem sexo, sangue e mistério na sua história. São bons ingredientes para uma ficção. Seu personagem é um pintor. Gustavo pinta boas cenas. Tem bom ouvido para diálogos. Dá para sentir uma pessoa real falando. É seu primeiro livro. Ele tem tudo para se impor na cena dos chamados novos escritores gaúchos.”

Gustavo Machado é jornalista e nasceu em Porto Alegre em 1970. Sob o Céu de Agosto é seu livro de estreia.

Sob o Céu de Agosto
Preço: R$ 35,00 (exemplar) /​Formato: 14 x 21 cm /​168 páginas
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Pensando a empresa de dentro para fora

Especialista em Gestão de pessoas, Daniel Costa lança o livro Endomarketing inteligente

postado por Lu Thomé em 8 de agosto, 2010

Empresas que contam com colaboradores motivados se tornam mais rentáveis, sólidas e competitivas. Mas como tornar as pessoas engajadas, satisfeitas e realizadas em seu ambiente de trabalho? Este é um dos atuais desafios da área de Recursos Humanos das corporações: promover a motivação e garantir o comprometimento dos indivíduos, mobilizando esforços de atração, engajamento e retenção de talentos.

Endomarketing inteligente

Através de uma proposta dinâmica de autoconhecimento organizacional, o Endomarketing inteligente propõe à empresa pensar a si mesma de dentro para fora, reconhecendo suas potencialidades e forças interiores como diferenciais competitivos. Em essência, este conceito sinaliza que a empresa perceba a importância representada pela sua menor fração divisível: o ser humano.

Endomarketing inteligente, de Daniel Costa, será lançado pela Dublinense no dia 11 de agosto de 2010 (quarta-​feira), a partir das 19h, na Livraria Cultura em Porto Alegre. O livro também terá lançamento em São Paulo, que ocorre no dia 17 de agosto (terça-​feira).

O livro une os aspectos acadêmicos e práticos do endomarketing, fato que o destaca entre outras obras do gênero, especialmente levando-​se em conta que este é um mercado recente, e que apenas há uma década o tema passou a integrar a agenda das principais corporações brasileiras. Partindo de uma sólida fundamentação teórica respaldada por sua vivência acadêmica, Daniel Costa embasa o assunto valendo-​se também de experiências empíricas, adquiridas na coordenação de projetos de endomarketing e comunicação interna para grandes empresas de atuação nacional e internacional.

Daniel Costa formou-​se na EA/​UFRGS em Administração de Empresas, especializou-​se em Gestão de Pessoas e obteve experiência acadêmica no mestrado do PPGA/​UFRGS e lecionando em universidades. Ao lado de Camila Lustosa e Parahim Neto, é um dos dirigentes da Santo de Casa :: Endomarketing (www.santodecasa.net), onde atua em gestão, pesquisa, consultoria e planejamento, além de ministrar cursos e palestras sobre o tema em todo Brasil. Reúne experiência em projetos de endomarketing e comunicação interna para empresas de expressão nacional como AES Brasil, Brasil Foods, NET Serviços, Companhia Zaffari, SICREDI, CSN, Renault do Brasil, Thyssenkrupp, Transpetro, REFAP, Grupo RBS, John Deere, Famastil Taurus, entre outras.

Endomarketing inteligente
Preço: R$ 42,00 (exemplar) /​Formato: 15 x 23 cm /​144 páginas
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Realidades, dores e redenções

O quase-nada reúne contos que apresentam uma literatura densa e original

postado por Lu Thomé em 26 de julho, 2010

Medicina e literatura se abastecem da mesma fonte: as pessoas, com suas trajetórias, dores, vida e morte. Um território, ao mesmo tempo lírico e terrível, mas que fascina. As histórias do médico e escritor Valmor Bordin transitam por lugares onde a doença se alastra pelos interstícios da própria sociedade. É um cenário composto de pesadelos, angústia e luto, em que resta o quase-​humano, o quase-​nada.

O quase-nadaO quase-​nada será lançado pela Dublinense no dia 30 de julho de 2010 (sexta-​feira), a partir das 19h, na Palavraria em Porto Alegre.

Os 15 contos de O quase-​nada se apropriam do universo médico, para apresentar experiências e situações limítrofes. Através de uma produção literária densa e original, o autor utiliza imagens e metáforas fortes e impactantes, servindo como um espelho sem filtros da própria realidade e da condição humana.

Na orelha do livro, o escritor Charles Kiefer fala sobre o processo de criação do autor. “Durante quatro anos, com uma persistência de camponês – que sabe que, antes de colher, é preciso plantar –, Valmor Bordin frequentou as minhas oficinas literárias. Fui particularmente exigente com ele, pois sei, como dizia Anton Makarenko, que exigir o máximo de uma pessoa é respeitá-​la ao máximo. O resultado está aqui: contos cheios de vida, ainda cheirando a húmus, histórias dolorosamente humanas, que misturam lágrimas, desejos e sonhos. Sem isso, sem esse telurismo, sem essa ternura e compaixão pela essência dos seres e das coisas, a literatura se torna um mero passatempo. Para Valmor Bordin, ao contrário, literatura é sangue, é experiência transformada e transformadora, é alegria de ser e de viver.”

Valmor Bordin nasceu entre Bela Vista e Barão Hirsch, povoados de pequenos agricultores de origem italiana e judaica, pertencentes ao município de Jacutinga (RS). Cursou medicina na Universidade de Passo Fundo (UPF) e, atualmente, é psiquiatra em Passo Fundo. Venceu concursos de poesia e de contos e participou de diversas antologias, como 30 contos imperdíveis e Inventário das delicadezas. Publicou, em 2009, o livro Voo rumo às asas – a arte e o vínculo como remédio. Frequentou oficinas literárias de Charles Kiefer, Armindo Trevisan e Luiz Antonio de Assis Brasil.

O quase-​nada
Preço: R$ 25,00 (exemplar) /​Formato: 14 x 21 cm /​104 páginas
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Crimes, mistério e um violento fetiche

Dublinense realiza lançamento de Fetiche em Porto Alegre e Montenegro

postado por Lu Thomé em 12 de julho, 2010

Quando jovens começam a aparecer mortas e seus pés – arrancados dos corpos – desaparecem, não resta mais dúvida de que não se trata de um assassino comum. Na pequena cidade de Adenauer não faltam suspeitos. E a responsabilidade de encontrar o culpado recai sobre o delegado Weber e o comissário Nestor. Entre trapaças e mentiras, a trama leva o leitor para um mistério cheio de suspense, envolto em segredos e conduzido por um louco e violento fetiche.

Fetiche
Fetiche, de Carina Luft, será lançado pela Dublinense no dia 17 de julho de 2010 (sábado), a partir das 17h, na Palavraria em Porto Alegre. O livro também terá lançamento em Montenegro, que ocorrerá no dia 18 de julho (domingo), na Estação da Cultura.

A autora trabalhou na produção do folhetim policial Fetiche durante cinco anos. A ideia inicial do livro surgiu a partir de uma curiosidade sobre o fetiche por pés, e foi complementada com conversas e entrevistas com policiais e investigadores, além de pesquisas nas áreas de psiquiatria forense para entender a mente dos psicopatas e serial killers e leituras de autores consagrados do gênero. “Para minha surpresa, o fetiche por pés é um dos mais frequentes que existem. E resolvi transportar o tema para um universo de crime, mostrando o difícil trabalho da polícia brasileira, num país em que a permissão e as aparências muitas vezes falam mais alto, mas também representando a violência, não só física, mas social, política e psicológica que está presente no nosso dia-​a-​dia”, ressalta Carina.

Carina Luft nasceu em Montenegro, em 1971. Ingressou na oficina literária de Charles Kiefer em 2003, e participou do curso A construção do romance, com Luiz Antonio de Assis Brasil. Integrou as antologias de contos 101 que contam, 103 que contam, Porque hoje é sábado104 que contam. Ficou em primeiro lugar na categoria conto do I Prêmio AMES/​Jornal Ibiá de Literatura, em 2005. Formada em secretariado executivo bilíngue e pós-​graduada em Administração e estratégia empresarial, foi colunista do jornal O Progresso, em Montenegro, e participa do programa Pauta Livre da TV Cultura de Montenegro.

Fetiche
Preço: R$ 25,00 (exemplar) /​Formato: 14 x 21 cm /​160 páginas
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