Sergio Napp
Sergio Napp nasceu em Giruá (RS) em 1939. Além de professor e engenheiro, é escritor e compositor, com publicações em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires. Também é produtor de shows e discos, com inúmeras premiações como letrista. Premiado em festivais de música no Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, tem mais de 100 trabalhos gravados por artistas locais, nacionais e internacionais, sendo autor de um dos clássicos do regionalismo gaúcho, Desgarrados, em parceria com Mário Bárbara. Foi editor responsável da Tchê! Editores de Livros. Diretor da Casa de Cultura de 1997 a 1999, voltou à direção da instituição de 2003 a 2007.
LIVROS
das Travessias II (poesia e letra de música)
Sergio Napp
WS Editor (2009)
Neste volume encontramos o lirismo do poema composto com clareza e precisão, com temas que transitam do urbano para o rural, como transitam do poema para a música. Acompanha um CD, com uma seleção de músicas, muitas já consagradas e de domínio popular, como, interpretadas por consagrados cantores e músicos do Rio Grande do Sul, algumas dessas letras foram elaboradas em parceria com grandes compositores gaúchos.
das Travessias (contos)
Sergio Napp
WS Editor (2008)
A ideia primordial de das Travessias é a transversalidade das várias linguagens oferecidas ao leitor, o que possibilita a leitura não somente de cada texto, mas também do universo autoral. Napp não teme os temas. Sustenta-os com uma boa história, permitindo a leitura do texto e a sua conseqüente interpretação, com prazer e deslumbramento.
Caixa de guardados
Sergio Napp
Travessa dos Editores/PR (2006)
“A ideia dos guardados, aquilo que se conserva apesar de tudo (mesmo quando não se deseja isso) funda uma poesia que não se deslumbra com a linguagem e seus malabarismos. Ao contrário: poesia sábia, que conhece os riscos da palavra e que a maneja com prudência e, até, alguma rapidez.” José Castelo
Passarinhar-se
Sergio Napp
WS Editor (2006)
“Ariosto era gorducho, pesado, redondo. Uma tarde, ele estava sozinho sobre o telhado debulhando uma palavra — fosforescência — quando ouviu uma voz tão linda que mais parecia uma flauta em uma tarde de primavera. Aí…” começa a história. Walmor Santos
A Gangue dos Livros
Sergio Napp
WS Editor (2005)
“Trata de sentimentos diversos, mas todos permeados pela força de vontade de Fernando. A história é terna sem ser piegas e faz o leitor descobrir e reconhecer as personagens que constroem, cada um com seu jeito, uma história digna de ser vivida. E lida.” Walmor Santos
Delicadezas do espanto
Sergio Napp
Editora Saraiva/SP (2004)
“Li cinco vezes desde que o recebi. Há tanta poesia ali, tanta corrente elétrica de poesia, surgindo de forma surpreendente em cada página, na mudança de temas, no uso das palavras. Comove, emociona, faz viver, acordar, sonhar. É um livro pra ler de um fôlego só. Para se reler. Todo dia.” Márcio Renato dos Santos
Memória das Águas
Sergio Napp
Instituto Estadual do Livro (2002)
“Autor tomado de uma memória olfativa dos frutos e do vinho sobre a mesa, sua poética é feita de cortes lúdicos. As imagens seguem o andamento de uma escada, sem corrimão de apoio. Não sofre do medo de confessar sua inegável habilidade de ser vencido pela sensibilidade.” Fabrício Carpinejar
Estranhos Sentimentos
Sergio Napp
WS Editor (2000)
“Sergio Napp é também o criador de personagens que, aparentemente, moram na esquina de nossa rua, mas na verdade se perderam ou se acharam nas esquinas do mundo. Ternamente cruéis, magicamente comuns, aparentemente só possíveis no realismo mágico e, no entanto, tão nossas vizinhas, tão ao alcance da mão. Alguém que amamos ou odiamos.” Nóia Kern
Pássaro dos dias de verão
Sergio Napp
Tchê (1994)
“Pegue as cores das vidas de pai e filho, embaralhe lentamente com sofisticação, distribua as cartas milimetricamente pela mesa e o resultado é o novo livro de Sérgio Napp. O livro é um caleidoscópio sensível de algumas vidas que o tempo separou. São dias para um conferir o sol do outro, reforçar lembranças.” Tiaraju Brockstedt
Jogo de Circunstâncias
Sergio Napp
Tchê (1993)
“Jogo de circunstâncias surpreende. É arte, pura arte. A linguagem de Napp possui autonomia, tem sangue, instinto e sexo. Quanto à estrutura narrativa, o autor apresenta inovações: a partir da justaposição de histórias, sugere movimentos psicológicos em personagens de determinadas classes sociais. Já disse: tem de ser lido.” Eduardo Jablonski
A Construção da Casa
Sergio Napp
Tchê (1992)
“É visível a linguagem coloquial sem excessos, admiravelmente plástica. Prefiro, aliás, ressaltar a potencialidade cantabile da poesia de Napp, que não fica muito a dever aos poetas mais consagrados.” Fernando Py
Para Voar na Boca da Noite
Sergio Napp
Tchê (1987)
“Pode-se dizer tudo destas histórias do Napp: que são patéticas, engraçadas, trágicas, líricas, que são, enfim, humanas. Quem conhecia o trabalho dele, na música, sabia de sua sensibilidade. Gostei muito.” Luis Fernando Verissimo
Quintais da Madrugada
Sergio Napp
Tchê (1985)
“Cumpre ainda salientar que, nesses tempos em que a poesia anda tão complicada e misteriosa, a simplicidade de Sérgio Napp é uma vitória.” Sérgio Faraco
Participação em antologias
Marco Sul /Sur – Tchê (1992)
Continente Sul /Sur (A) — Revista do Instituto Estadual do Livro (1996)
Brasil: Receitas de Criar e Cozinhar - Bertrand Brasil (1998)
O Livro dos Homens — Artes e Ofícios (2000)
Brasil: receitas de Criar e Cozinhar — volume 2 — AGE Editora (2001)
Antologia do Sul (A) — Assembleia Legislativa do RS (2001)
Paz Um vôo possível — AGE Editora (2004)
Coletânea da Poesia Gaúcha — Assembleia Legislativa do RS (2005)
Simplesmente Doar — Via Vida (2005)
Gente Vida (A) — Nova Prova (2006)
Contos de Bolsa — Casa Verde (2006)
Mémoires d’eau — Revue de la Maison de la poésie Rhône-Alpes (2006)
A Caligrafia de Dona Sofia — André Neves – Paulinas (2006)
Ficção de Polpa – Volume 1 — Editora Fósforo (2007)
Contos de Algibeira — Casa Verde (2007)
Ficção de Polpa – Volume 3 — Não Editora (2009)
Premiações e indicações recebidas
Pequena Lua – Poema premiado no concurso promovido pelo Clube de Cultura do Rio Grande do Sul (1959)
Crônica – Prêmio Apesul /Revelação Literária. Promoção da Cia. Jornalística Caldas Júnior, Instituto Estadual do Livro e Habitasul (1978)
Poesia e Crônica — Prêmio Apesul /Revelação Literária (1979)
O pássaro — Prêmio Apesul /Revelação Literária com o conto. Destaques também em poesia e crônica (1980)
Gilian – Primeiro prêmio com o conto no II Concurso de Contos de Uberaba (1996)
Fábio — Primeiro prêmio com o conto no Concurso Literário Anual da Academia Sul-Brasileira Letras-Pelotas/RS (1997)
Sobreviventes — Destaque no Concurso Nacional Revista Brasília com o conto (1997)
José — Terceiro lugar com o conto no Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski/Toledo/PR (1998)
Palavra Viva — Recebe o Troféu Palavra Viva, homenagem do Sintrajufe por sua obra (2006)
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AUTOR: MODO DE USAR
Sergio Napp atua como palestrante e oficineiro, abordando tema como letra de música e poesia, criação literária (conto /romance) e projetos de leitura.
Referências na Internet
www.sergionapp.com

