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	<title>Estúdio de Conteúdo &#187; Lançamento</title>
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		<title>Da cor azulada e cinzenta do céu no inverno</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 21:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/08/da-cor-azulada-e-cinzenta-do-ceu-no-inverno/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/soboceudeagostocapa-Estudio.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Com notas de romance noir, a história é narrada por Otto, um homem comum que se envolve num relacionamento difícil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vida de Otto, pintor sem perspectivas, tem as mesmas cores do céu azul acinzentado dos dias de inverno. Quando a reserva de dinheiro acaba, ele pede um emprego para o amigo de infância, que trabalha para o governo. É essa reviravolta, atuando como instrutor de pintura no Centro Popular de Cultura, que fará com que ele conheça e se envolva com Sophia, uma de suas alunas, casada com um homem perigoso. Confuso, ele é arrastado para essa relação conturbada, sem saber se conseguirá (ou mesmo se quer) salvar Sophia. No mesmo prédio em que mora, outra tentação ronda seu apartamento: a vizinha adolescente Berta, que entre bolos de chocolate e café, também atua como confidente de Otto.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-376" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/soboceudeagostocapa-Estudio.jpg" alt="Sob o Céu de Agosto" width="350" height="516" /><br />
<em>Sob o Céu de Agosto</em>, de Gustavo Machado, será lançado pela Dublinense no dia <strong>26 de agosto de 2010 (quinta-feira), a partir das 19h</strong>, na Livraria Nobel do Shopping Total, em Porto Alegre.</p>
<p>O livro exigiu a dedicação de muitos anos do autor. Em 2003, na sua primeira versão, recebeu uma menção honrosa no I Prêmio Casa de Cultura Mario Quintana. <em>Sob o Céu de Agosto</em> é ambientado numa espécie de cidade fictícia, onde os personagens vivem sob o olhar sempre atento de um tipo de ditadura de esquerda. O texto de Gustavo Machado é preciso e narra, com muita propriedade, este enredo policial. A presença de sexo, sangue e mistério, porém, torna-se secundária na trama que levanta, de forma indireta e despretensiosa, algumas das mais recorrentes questões do humanismo. Como explica o jornalista e escritor Juremir Machado na orelha da obra. “Gustavo narra bem. Sabe envolver, manter o suspense e leva o leitor pela mão. Tem sexo, sangue e mistério na sua história. São bons ingredientes para uma ficção. Seu personagem é um pintor. Gustavo pinta boas cenas. Tem bom ouvido para diálogos. Dá para sentir uma pessoa real falando. É seu primeiro livro. Ele tem tudo para se impor na cena dos chamados novos escritores gaúchos.”</p>
<p>Gustavo Machado é jornalista e nasceu em Porto Alegre em 1970. <em>Sob o Céu de Agosto</em> é seu livro de estreia.</p>
<p><em><strong>Sob o Céu de Agosto</strong></em><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 35,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 14 x 21 cm / 168 páginas<br />
<a href="http://www.dublinense.com.br" target="_blank">www.dublinense.com.br</a></p>
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		<title>Pensando a empresa de dentro para fora</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 20:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/08/pensando-a-empresa-de-dentro-para-fora/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/Capa-Endomarketing-Inteligente-DUBLINENSE-Estudio.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Conceito sinaliza que a empresa perceba a importância representada pela sua menor fração divisível: o ser humano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas que contam com colaboradores motivados se tornam mais rentáveis, sólidas e competitivas. Mas como tornar as pessoas engajadas, satisfeitas e realizadas em seu ambiente de trabalho? Este é um dos atuais desafios da área de Recursos Humanos das corporações: promover a motivação e garantir o comprometimento dos indivíduos, mobilizando esforços de atração, engajamento e retenção de talentos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-371" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/Capa-Endomarketing-Inteligente-DUBLINENSE-Estudio.jpg" alt="Endomarketing inteligente" width="350" height="536" /></p>
<p>Através de uma proposta dinâmica de autoconhecimento organizacional, o <em>Endomarketing inteligente </em>propõe à empresa pensar a si mesma de dentro para fora, reconhecendo suas potencialidades e forças interiores como diferenciais competitivos. Em essência, este conceito sinaliza que a empresa perceba a importância representada pela sua menor fração divisível: o ser humano.</p>
<p><em>Endomarketing inteligente</em>, de Daniel Costa, será lançado pela Dublinense no dia <strong>11 de agosto de 2010 (quarta-feira), a partir das 19h</strong>, na Livraria Cultura em Porto Alegre. O livro também terá lançamento em São Paulo, que ocorre no dia <strong>17 de agosto (terça-feira)</strong>.</p>
<p>O livro une os aspectos acadêmicos e práticos do endomarketing, fato que o destaca entre outras obras do gênero, especialmente levando-se em conta que este é um mercado recente, e que apenas há uma década o tema passou a integrar a agenda das principais corporações brasileiras. Partindo de uma sólida fundamentação teórica respaldada por sua vivência acadêmica, Daniel Costa embasa o assunto valendo-se também de experiências empíricas, adquiridas na coordenação de projetos de endomarketing e comunicação interna para grandes empresas de atuação nacional e internacional.</p>
<p><strong>Daniel Costa</strong> formou-se na EA/UFRGS em Administração de Empresas, especializou-se em Gestão de Pessoas e obteve experiência acadêmica no mestrado do PPGA/UFRGS e lecionando em universidades. Ao lado de Camila Lustosa e Parahim Neto, é um dos dirigentes da Santo de Casa :: Endomarketing (<a href="http://www.santodecasa.net" target="_blank">www.santodecasa.net</a>), onde atua em gestão, pesquisa, consultoria e planejamento, além de ministrar cursos e palestras sobre o tema em todo Brasil. Reúne experiência em projetos de endomarketing e comunicação interna para empresas de expressão nacional como AES Brasil, Brasil Foods, NET Serviços, Companhia Zaffari, SICREDI, CSN, Renault do Brasil, Thyssenkrupp, Transpetro, REFAP, Grupo RBS, John Deere, Famastil Taurus, entre outras.</p>
<p><em><strong>Endomarketing inteligente</strong></em><br />
<strong>Preço:</strong> R$ 42,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 15 x 23 cm / 144 páginas<br />
<a href="http://www.dublinense.com.br">www.dublinense.com.br</a></p>
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		<title>Realidades, dores e redenções</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 14:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/07/realidades-dores-e-redencoes/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/Capa-O-quase-nada-ESTUDIO.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Valmor Bordin lança livro que se apropria do universo médico para mostrar experiências e situações limítrofes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Medicina e literatura se abastecem da mesma fonte: as pessoas, com suas trajetórias, dores, vida e morte. Um território, ao mesmo tempo lírico e terrível, mas que fascina. As histórias do médico e escritor Valmor Bordin transitam por lugares onde a doença se alastra pelos interstícios da própria sociedade. É um cenário composto de pesadelos, angústia e luto, em que resta o quase-humano, o quase-nada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-361" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/Capa-O-quase-nada-ESTUDIO.jpg" alt="O quase-nada" width="350" height="518" /><em>O quase-nada</em> será lançado pela Dublinense no dia <strong>30 de julho de 2010 (sexta-feira), a partir das 19h</strong>, na Palavraria em Porto Alegre.</p>
<p>Os 15 contos de <em>O quase-nada</em> se apropriam do universo médico, para apresentar experiências e situações limítrofes. Através de uma produção literária densa e original, o autor utiliza imagens e metáforas fortes e impactantes, servindo como um espelho sem filtros da própria realidade e da condição humana.</p>
<p>Na orelha do livro, o escritor Charles Kiefer fala sobre o processo de criação do autor. “Durante quatro anos, com uma persistência de camponês – que sabe que, antes de colher, é preciso plantar –, Valmor Bordin frequentou as minhas oficinas literárias. Fui particularmente exigente com ele, pois sei, como dizia Anton Makarenko, que exigir o máximo de uma pessoa é respeitá-la ao máximo. O resultado está aqui: contos cheios de vida, ainda cheirando a húmus, histórias dolorosamente humanas, que misturam lágrimas, desejos e sonhos. Sem isso, sem esse telurismo, sem essa ternura e compaixão pela essência dos seres e das coisas, a literatura se torna um mero passatempo. Para Valmor Bordin, ao contrário, literatura é sangue, é experiência transformada e transformadora, é alegria de ser e de viver.”</p>
<p><strong>Valmor Bordin</strong> nasceu entre Bela Vista e Barão Hirsch, povoados de pequenos agricultores de origem italiana e judaica, pertencentes ao município de Jacutinga (RS). Cursou medicina na Universidade de Passo Fundo (UPF) e, atualmente, é psiquiatra em Passo Fundo. Venceu concursos de poesia e de contos e participou de diversas antologias, como 30 contos imperdíveis e Inventário das delicadezas. Publicou, em 2009, o livro Voo rumo às asas – a arte e o vínculo como remédio. Frequentou oficinas literárias de Charles Kiefer, Armindo Trevisan e Luiz Antonio de Assis Brasil.</p>
<p><em><strong>O quase-nada</strong></em><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 25,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 14 x 21 cm / 104 páginas<br />
<a href="http://www.dublinense.com.br" target="_blank">www.dublinense.com.br</a></p>
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		<title>Crimes, mistério e um violento fetiche</title>
		<link>http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/07/assassinatos-misterio-e-um-violento-fetiche/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 23:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/07/assassinatos-misterio-e-um-violento-fetiche/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/Fetiche-ESTUDIO.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Três mortes brutais abalam a tranquila cidade de Adenauer e a polícia sabe que enfrentará um assassino incomum.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando jovens começam a aparecer mortas e seus pés – arrancados dos corpos – desaparecem, não resta mais dúvida de que não se trata de um assassino comum. Na pequena cidade de Adenauer não faltam suspeitos. E a responsabilidade de encontrar o culpado recai sobre o delegado Weber e o comissário Nestor. Entre trapaças e mentiras, a trama leva o leitor para um mistério cheio de suspense, envolto em segredos e conduzido por um louco e violento fetiche.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-352" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/Fetiche-ESTUDIO.jpg" alt="Fetiche" width="350" height="523" /><br />
<em>Fetiche</em>, de Carina Luft, será lançado pela Dublinense no dia <strong>17 de julho de 2010 (sábado), a partir das 17h</strong>, na Palavraria em Porto Alegre. O livro também terá lançamento em Montenegro, que ocorrerá no dia <strong>18 de julho (domingo)</strong>, na Estação da Cultura.</p>
<p>A autora trabalhou na produção do folhetim policial <em>Fetiche</em> durante cinco anos. A ideia inicial do livro surgiu a partir de uma curiosidade sobre o fetiche por pés, e foi complementada com conversas e entrevistas com policiais e investigadores, além de pesquisas nas áreas de psiquiatria forense para entender a mente dos psicopatas e serial killers e leituras de autores consagrados do gênero. “Para minha surpresa, o fetiche por pés é um dos mais frequentes que existem. E resolvi transportar o tema para um universo de crime, mostrando o difícil trabalho da polícia brasileira, num país em que a permissão e as aparências muitas vezes falam mais alto, mas também representando a violência, não só física, mas social, política e psicológica  que está presente no nosso dia-a-dia”, ressalta Carina.</p>
<p><strong>Carina Luft </strong>nasceu em Montenegro, em 1971. Ingressou na oficina literária de Charles Kiefer em 2003, e participou do curso <em>A construção do romance</em>, com Luiz Antonio de Assis Brasil. Integrou as antologias de contos <em>101 que contam</em>, <em>103 que contam</em>, <em>Porque hoje é sábado</em> e <em>104 que contam</em>. Ficou em primeiro lugar na categoria conto do I Prêmio AMES/Jornal Ibiá de Literatura, em 2005. Formada em secretariado executivo bilíngue e pós-graduada em Administração e estratégia empresarial, foi colunista do jornal O Progresso, em Montenegro, e participa do programa Pauta Livre da TV Cultura de Montenegro.</p>
<p><em><strong>Fetiche</strong></em><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 25,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 14 x 21 cm / 160 páginas<br />
<a href="http://www.dublinense.com.br" target="_blank">www.dublinense.com.br</a></p>
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		<title>Poesia com explosão, cores e sentimentos</title>
		<link>http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/06/poesia-com-explosao-cores-e-sentimentos/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 23:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/06/poesia-com-explosao-cores-e-sentimentos/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/cor-de-maravilha-ESTUDIO.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Livro, que traz 72 poemas, será lançado pela Dublinense no dia 2 de julho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Poemas podem falar de maneira sublime sobre amor, melodias, paisagens e vaga-lumes. Mas também podem representar a confissão de rancores, ódio, inveja e pecados. Tudo isso de uma forma simples, mas que chega ao destino da verdadeira poesia.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-347" style="border: 1px solid black" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/cor-de-maravilha-ESTUDIO.jpg" alt="Cor de maravilha" width="350" height="520" /><br />
<em>Cor de maravilha</em> é o novo lançamento da Dublinense. O livro terá sessão de autógrafos no dia <strong>2 de julho de 2010 (sexta-feira), a partir das 17h</strong>, na Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho / RS (Amatra IV — Rua Rafael Saadi, 127 — Porto Alegre — RS).</p>
<p>A poesia de Maria Joaquina Carbunck Schissi traz, através de um trabalho que soa natural e espontâneo, versos sem medo e de uma alegria possível. Os poemas, que totalizam 72 no livro, ressaltam o peso da condição humana e celebram o belo da vida e das cores, com os pátios e jardins adornados pela cor de maravilha das flores.</p>
<p>E, claro, apresentam verdade, lirismo e erotismo. Conforme trecho da apresentação do livro, elaborada pelo psicanalista e escritor Celso Gutfreind: <em>“Não há começo (de vida) sem poesia, tampouco poesia sem arcaísmos, coisas primitivas, banhadas pela liberdade de um começo. MJ parece agarrar essa condição essencial ao longo de toda a coletânea e, a partir dela, chegar aonde chegam os poemas, não necessariamente gigantes (há um Baudelaire por século), mas aqueles verdadeiros, que também não são muitos. Assim é que chega a um lirismo de qualidade (</em>“Perto um do outro / trocam aquilo que têm”<em>), a um erotismo de igual patamar (</em>“Vestiria / blusa branca abotoada na frente”<em>) e às imagens, destino de toda poesia que se preza: </em>“Um trinar de pássaros / tenta invadir / meu círculo de medo”.</p>
<p>As primeiras orientações literárias de Maria Joaquina foram dadas por Guilhermino César, quando ela tinha 27 anos. Sua produção poética, que é toda registrada à mão em cadernos e folhas de papel, foi trabalhada durante mais de 40 anos. “Eu uso a palavra, maior façanha do ser humano e expressão de sentimentos. E a poesia serve tanto para o autor colocar seus pensamentos para fora, quanto para o leitor se enxergar neste universo de vivências”, explica Maria Joaquina.</p>
<p><strong>Maria Joaquina Carbunck Schissi</strong> nasceu em São Borja em 1950. Formada em direito pela UFRGS, trabalhou como revisora e redatora antes de se tornar advogada e juíza do trabalho, profissão que exerceu por mais de 20 anos. Desde sempre, dedica-se ao canto e à poesia e, atualmente, frequenta o seminário de criação literária de Léa Masina. <em>Cor de maravilha</em> é seu primeiro livro.</p>
<p><em><strong>Cor de maravilha</strong></em><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 20,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 14 x 21 cm / 96 páginas<br />
<a href="http://www.dublinense.com.br" target="_blank">www.dublinense.com.br</a></p>
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		<title>Badalação, grifes e crimes em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 23:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/06/badalacao-grifes-e-crimes-em-porto-alegre/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Capa-Moinhos-de-Sangue-ESTUDIO.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Moinhos de Sangue apresenta Bia Tognazzi, empresária e socialite que está disposta a arrumar um bom partido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E se todos os homens ricos e bem-sucedidos da cidade já estivessem casados? Até onde vai a loucura de uma mulher solteira para fisgar um bom partido? Bia Tognazzi é uma linda mulher que pertence a uma família tradicional de Porto Alegre. Exigente, dispensou todos os homens interessados quando era jovem. E, claro, brincou com os sentimentos de muitos outros, como Ualdisnei, filho da empregada de uma das suas amigas. Agora, Bia está mais velha e disposta a acabar com a solteirice. Mesmo que, para isso, precise eliminar literalmente a concorrência.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-343" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Capa-Moinhos-de-Sangue-ESTUDIO.jpg" alt="Moinhos de sangue" width="350" height="530" /></p>
<p><em>Moinhos de sangue</em>, de Ana Cristina Klein, será lançado pela Dublinense no dia <strong>30 de junho de 2010 (quarta-feira), a partir das 19h</strong>, na Palavraria em Porto Alegre. O livro também terá lançamento em Novo Hamburgo, que ocorre no dia <strong>1º de julho (quinta-feira)</strong>.</p>
<p>O livro foi criado como um folhetim contemporâneo, com muito humor. Bia assumiu, junto com o pai, a empresa da família. Bem-sucedida e bonita, nunca encontrou um namorado a sua altura. Ualdisnei, antigo affair, agora é delegado e cotado para ocupar o cargo de Secretário de Segurança no Governo. “Os melhores homens estão tomados. Por isso, Bia vê como uma das alternativas matar a esposa. E, para isso, comprometer Ualdisnei e muita gente. Escrevi uma sátira da região da Padre Chagas. E, mesmo com toda a psicopatia, os leitores acabam torcendo para que Bia se dê bem”, explica Ana Cristina Klein.</p>
<p><em>Moinhos de sangue</em> foi publicado originalmente em 2006. Para a nova edição, o livro foi retrabalhado em parceria com os editores, aprimorando a narrativa. “A nova edição também inclui um teaser para o meu próximo livro, que será uma espécie de continuação de <em>Moinhos de sangue</em>”, explica. Para a divulgação do livro foi criado um site (<a href="http://www.moinhosdesangue.com.br" target="_blank">www.moinhosdesangue.com.br</a>) e um perfil no Twitter (<a href="http://www.twitter.com/moinhosdesangue" target="_blank">www.twitter.com/moinhosdesangue</a>).</p>
<p><strong>Ana Cristina Klein</strong> nasceu em Porto Alegre, mas reside em Novo Hamburgo. Como escritora, freqüentou as oficinas literárias ministradas por Charles Kiefer. Participou, entre outras, das antologias <em>102 que contam</em>, <em>103 que contam</em>, <em>104 que contam</em>, <em>Porque hoje é sábado</em> e <em>Outras mulheres</em>. Profissionalmente, Ana atua como exportadora de calçados e consultora de marketing internacional. Em função desta atividade, costuma viajar frequentemente para o exterior, de onde também traz inspiração para as suas histórias.</p>
<p><em><strong>Moinhos de sangue</strong></em><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 28,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 14 x 21 cm / 192 páginas<br />
<a href="http://www.dublinense.com.br" target="_blank">www.dublinense.com.br</a></p>
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		<title>Assassinato e mistério à sombra dos jacarandás</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 22:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/06/assassinato-e-misterio-a-sombra-dos-jacarandas/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Crime-na-Feira-do-Livro-ESTUDIO.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Novela policial traz o detetive Walter Jacquet e seu fiel escudeiro Macedônio às voltas com um crime em Porto Alegre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um crime ocorrido em plena Praça da Alfândega assusta e deixa estarrecidos leitores e admiradores da Feira do Livro de Porto Alegre, um dos mais importantes eventos culturais do Estado. Um conhecido “garimpador” de livros raros é morto a tiros, momentos após a abertura da feira. De suas mãos, conforme o relato das testemunhas, desaparece misteriosamente um exemplar de um livro. Com a investigação entregue a uma delegada sensual, porém suspeita, e a descoberta de uma estranha confraria sediada no Bom Fim, o famoso detetive Walter Jacquet resolve investigar o caso. Para isso, precisará da ajuda de seu fiel escudeiro João Macedônio e, claro, de muita coragem e sangue frio.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-338" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Crime-na-Feira-do-Livro-ESTUDIO.jpg" alt="Crime na Feira do Livro" width="350" height="510" /><br />
<em>Crime na Feira do Livro</em>, de Tailor Diniz, será lançado pela Dublinense no dia <strong>16 de junho de 2010 (quarta-feira), a partir das 19h</strong>, na Saraiva Mega Store do Shopping Iguatemi em Porto Alegre.</p>
<p>O detetive criado por Tailor Diniz – que a partir da novela inédita <strong>A confraria do quibe</strong> teve suas origens rio-grandenses reveladas – já é conhecido do público leitor gaúcho. Sua primeira aparição ocorreu no livro <em>O assassino usava batom</em>.</p>
<p>Em 2008, Tailor utilizou novamente Walter Jacquet quando foi convidado pelo jornal Correio do Povo a escrever um folhetim durante a Feira do Livro de Porto Alegre. O material, publicado no jornal em 17 capítulos (um para cada dia da feira), foi intitulado <em>Quem matou Adavilson?</em>. Passados dois anos, o folhetim foi transformado na novela <em>Crime na Feira do Livro</em>, acrescentada de novos personagens, situações e um final surpresa, mesmo para quem acompanhou a história original pelo jornal.</p>
<p>Assim, Jacquet segue pelos cenários culturais e boêmios porto-alegrenses para desvendar o crime e se envolve com personagens reais e fictícios na busca pela verdade escondida – literalmente – nas entrelinhas e ruas da cidade.</p>
<p>Tailor Diniz é jornalista, escritor e roteirista de cinema e televisão. Possui 11 livros publicados nos gêneros crônica, conto e romance. Entre eles, O assassino usava batom, que ganhou, em 1998, destaque em narrativa longa no Prêmio Açorianos de Literatura, e Transversais do tempo (2007), melhor livro de contos também no Açorianos e no Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores (AGEs). Na área do cinema, seu roteiro mais premiado é o curta em 16 mm Terra prometida, de 2006, Kikito de melhor filme em Gramado e Candango de melhor filme no Festival de Brasília.</p>
<p><em><strong>Crime na Feira do Livro</strong></em><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 32,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 14 x 21 cm / 136 páginas<br />
<a href="http://www.dublinense.com.br" target="_blank">www.dublinense.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poemas do penúltimo romântico</title>
		<link>http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/05/poemas-do-penultimo-romantico/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 13:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Não Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/05/poemas-do-penultimo-romantico/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Os-dentes-da-delicadeza-estudio.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Livro de estreia do poeta Everton Behenck terá sessão de autógrafos no dia 1º de junho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poemas que apresentam o comum e o usual, vistos por uma lente que os torna repletos de emoção, fugindo do óbvio e respeitando o silêncio, mas fazendo muito barulho. Uma poesia que se apresenta simples e sincera, e traz consigo muito significado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-332" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/Os-dentes-da-delicadeza-estudio.jpg" alt="Os dentes da delicadeza" width="350" height="515" /><br />
<em>Os dentes da delicadeza </em>é o novo lançamento da Não Editora. O livro terá sessão de autógrafos no dia <strong>1º de junho de 2010 (terça-feira), a partir das 19h</strong>, no Café da Oca (Rua General João Telles, 512 — Porto Alegre — RS).</p>
<p>A poesia de Everton Behenck parece não seguir regras, como se nascesse de forma natural e quase espontânea. Os poemas, que totalizam 33 no livro, não possuem títulos ou classificações prévias. No entanto, por trás desta aparente simplicidade, está o trabalho árduo de um poeta que assumiu como missão apresentar o cotidiano e dar-lhe a graça necessária para gerar sorrisos, dor, alegria, tristeza, dúvida. Sentimento.</p>
<p>Conforme a bem-humorada apresentação do livro, escrita pelo poeta e cronista Fabrício Carpinejar, que mostra Behenck como o penúltimo dos românticos:</p>
<p><em>“O autor possui o dom de capturar o incrivelmente comum, o absolutamente normal, e impregnar de uma emoção que desafia a memória. Está lá no meio do óbvio, onde qualquer outro faria cartão florido para a namorada, mas a partir de um toque, de uma inflexão, de uma torção maliciosa, ele escapa da melosidade de J. G. Araújo e entra na elegância de um apelo real e necessário.<br />
Entende de rima rica e, acima de tudo, respeita a pobreza do silêncio. Escreve demais escrevendo de menos. É um verborrágico minimalista. Um mímico que também narra. Assume o flerte com a canção para namorar o mistério. Quebra a vitrine da loja de noivas para casar em Las Vegas. Não se economiza na aventura.<br />
‘Nada mais maldito<br />
Que um amor bonito’<br />
Everton Behenck é o penúltimo romântico. O último romântico é o leitor, que se apaixonará facilmente pela sua mordida.<br />
‘Há que se duvidar do amor<br />
Amando’<br />
Vinicius pode descansar em paz.”</em></p>
<p>Everton Behenck nasceu em Porto Alegre, em 1979. É redator, poeta e músico. Já teve poemas publicados na extinta revista EntreLivros e no Jornal Vaia. <em>Os dentes da delicadeza</em> é seu livro de estreia.</p>
<p>No dia 1º de junho também acontece a estreia da banda Casamadre, da qual Everton é vocalista e letrista. A banda faz show após a sessão de autógrafos. O site da Casamadre é<br />
<a href="http://www.myspace.com/casamadrerock" target="_blank">http://www.myspace.com/casamadrerock</a>.</p>
<p><em><strong>Os dentes da delicadeza</strong></em><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 20,00 (exemplar) / <strong>Formato</strong>: 12,5 x 18 cm / 80 páginas<br />
<a href="http://www.naoeditora.com.br" target="_blank">www.naoeditora.com.br</a></p>
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		<title>O que realmente interessa na Copa</title>
		<link>http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/05/o-que-realmente-interessa-na-copa/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 19:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Dublinense]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/05/o-que-realmente-interessa-na-copa/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/capa-copa-estudio.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Guia traz pequenas e grandes histórias, com muito humor e até futebol.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O publicitário Eduardo Menezes e a editora Dublinense já preparam a sua escalação para a Copa do Mundo 2010. Foram convocados: história, política, geografia, estatística, descomprometimento, humor, boato, fato, rivalidade e (até) futebol. Preste atenção nos detalhes inusitados e nas estatísticas duvidosas. A maior competição do mundo vai começar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-326" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/capa-copa-estudio.jpg" alt="A Copa que interessa" width="350" height="574" /><br />
A <em>Copa que interessa</em> será lançado pela Dublinense no dia <strong>26 de maio de 2010 (quarta-feira), a partir das 18h30min</strong>, no Caminito, em Porto Alegre.</p>
<p>O guia foi planejado para apresentar o que realmente interessa no mais importante evento esportivo mundial. Entre teorias conspiratórias, causos bizarros, estereótipos redutores e lendas do esporte, o livro foi dividido na ordem dos oito grupos sorteados para a Copa, trazendo detalhes sobre cada um dos países participantes.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-327" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/futebol-arte-credito-Gabriel-Gama-e-Rodrigo-Pereira-estudio.jpg" alt="Futebol arte" width="350" height="233" /></p>
<p style="text-align: center">Foto: Gabriel Gama e Rodrigo Pereira</p>
<p style="text-align: left">“Eu sou um curioso por natureza e guardo muita informação. Não me lembro de tudo, mas lembro as situações e histórias, e sempre me interessei pelo romance e pelo drama das coisas”, explica Menezes. Segundo o publicitário, o texto de muitos países já estava definido no início do projeto. Outros, no entanto, necessitaram de pesquisa adicional para se encaixar no modelo.</p>
<p>A ideia de produzir o guia tem sete anos e, antes de ser concluída, gerou outros projetos como o blog Bronze Brasil (<a href="http://bronzebrasil2008.wordpress.com/" target="_blank">http://bronzebrasil2008.wordpress.com/</a>), fenômeno durante a Olimpíada de 2008, e o site Ronaldinho na Copa (<a href="http://ronaldinhonacopa.com/" target="_blank">http://ronaldinhonacopa.com/</a>).</p>
<p>“A Copa que interessa, no entanto, é um projeto maior do que todos os outros. É um guia para a Copa do Mundo, mas vai além, porque fala bastante sobre a competição e tem um conteúdo diferenciado, focando no que é mais interessante através de uma abordagem descomprometida sobre tudo e sobre como o futebol ajuda a explicar o mundo”, ressalta.</p>
<p>O guia ultrapassa os limites de discussões pontuais sobre escalação ou jogadas com ou sem impedimento. Para cada uma das seleções presentes, também foram considerados fatores de “Por que torcer”, “Por que secar” e “Finja que entende”, que traz argumentos infalíveis para serem usados na mesa do bar ou entre comentaristas não-oficiais de plantão.</p>
<p>Eduardo Menezes é publicitário e diretor de criação da BOCA. Vive em Porto Alegre, onde tem ideias desde 1981. Além do projeto Bronze Brasil e Ronaldinho na Copa, ele é o idealizador do Super Trunfo Católico, e também coordena a Serra Leoa, sua empresa de conteúdo e marca institucional de todas as suas iniciativas.</p>
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		<title>Os signos das boas canções</title>
		<link>http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/05/os-signos-das-boas-cancoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 19:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Thomé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.estudiodeconteudo.com.br/2010/05/os-signos-das-boas-cancoes/><img src=http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/signos-estudio.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=142  border=0></a>Signos é o segundo volume de uma coleção de seis CDs, que serão lançados nos próximos anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Signos</em></strong> é o novo CD de Luciah Helena, uma das mais luminosas vozes do Rio Grande do Sul. Com produção executiva de Sergio Napp e produção musical e arranjos de Juliano Barreto (ex-integrante da banda Black-Rio), <em>Signos </em>conta com participações especiais de Edu Martins (baixo) e Alessandro Kramer (acordeom). No CD, Luciah prioriza compositores gaúchos: Jerônimo Jardim, Cesar Dorfman, Hermes Aquino, Marcelo Delacroix, Pery Souza e Plínio Sales, além do carioca Sergio Souto e dos paulistas Juca Novaes e Sonekka.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-322" src="http://www.estudiodeconteudo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/signos-estudio.jpg" alt="Signos" width="350" height="347" /></p>
<p>Formado por 12 canções, todas com letra de Sergio Napp, o projeto também contou com Luiz Mauro Filho (piano e teclados), Marquinhos Fê (bateria), Ricardo Baumgarten (baixo), Paulinho Fagundes (violão), Marcelo Piraíno (clarinete), Vagner Cunha (violino) e Giovanni Berti (percussão).</p>
<p><em>Signos</em> foi gravado, mixado e masterizado na Transcendental Áudio. Esse é o segundo volume de uma coleção de seis CDs. O primeiro (Ângela Jobim interpreta Sergio Napp) foi lançado em dezembro de 2008. E o terceiro CD da coleção, intitulado <em>Vivências</em> e com Victor Hugo, Geraldo Flach e Fernando do Ó, já está em fase de finalização.</p>
<p>O CD <em>Signos</em> pode ser encontrado em diferentes pontos-de-venda de Porto Alegre, como Guion e Aeroguion, Palavraria e Theatro São Pedro, além da Pop’s Discos em São Paulo e da HPI-Novo no Rio de Janeiro. Vendas e encomendas também pelo fone (51) 9914.3756.</p>
<p><strong>LUCIAH HELENA </strong>– A intérprete possui uma longa trajetória de sucesso nos palcos ao lado de grandes nomes da música popular brasileira, além de ser uma presença sempre requisitada nos festivais de música nativista. Recebeu o Prêmio Açorianos de Música de Melhor Cantora de MPB em 1999 e 2001. <a href="http://luciahelenacantora.blogspot.com/" target="_blank">http://luciahelenacantora.blogspot.com/</a></p>
<p><strong>SERGIO NAPP</strong> – Escritor e letrista, desde sempre Sergio Napp trilhou seus caminhos pela literatura e, especialmente, pela música. Participante e vencedor de diversos festivais, venceu a Califórnia da Canção, com a música Desgarrados, em 1981, que possui mais de 40 gravações. Teve composições gravadas por intérpretes de destaque como Elis Regina, e tem músicas gravadas na Alemanha, França e Argentina. Possui três CDs lançados: Claridade, Nos Palcos da Vida e Mala de Garupa (com o melhor dos compositores parceiros e intérpretes do Sul). <a href="http://www.sergionapp.com" target="_blank">www.sergionapp.com</a></p>
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