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Poesia com explosão, cores e sentimentos

Cor de maravilha é a estreia literária de Maria Joaquina Carbunck Schissi

postado por Lu Thomé em 28 de junho, 2010

Poemas podem falar de maneira sublime sobre amor, melodias, paisagens e vaga-​lumes. Mas também podem representar a confissão de rancores, ódio, inveja e pecados. Tudo isso de uma forma simples, mas que chega ao destino da verdadeira poesia.

Cor de maravilha
Cor de maravilha é o novo lançamento da Dublinense. O livro terá sessão de autógrafos no dia 2 de julho de 2010 (sexta-​feira), a partir das 17h, na Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho /​RS (Amatra IV — Rua Rafael Saadi, 127 — Porto Alegre — RS).

A poesia de Maria Joaquina Carbunck Schissi traz, através de um trabalho que soa natural e espontâneo, versos sem medo e de uma alegria possível. Os poemas, que totalizam 72 no livro, ressaltam o peso da condição humana e celebram o belo da vida e das cores, com os pátios e jardins adornados pela cor de maravilha das flores.

E, claro, apresentam verdade, lirismo e erotismo. Conforme trecho da apresentação do livro, elaborada pelo psicanalista e escritor Celso Gutfreind: “Não há começo (de vida) sem poesia, tampouco poesia sem arcaísmos, coisas primitivas, banhadas pela liberdade de um começo. MJ parece agarrar essa condição essencial ao longo de toda a coletânea e, a partir dela, chegar aonde chegam os poemas, não necessariamente gigantes (há um Baudelaire por século), mas aqueles verdadeiros, que também não são muitos. Assim é que chega a um lirismo de qualidade (“Perto um do outro /​trocam aquilo que têm”), a um erotismo de igual patamar (“Vestiria /​blusa branca abotoada na frente”) e às imagens, destino de toda poesia que se preza: “Um trinar de pássaros /​tenta invadir /​meu círculo de medo”.

As primeiras orientações literárias de Maria Joaquina foram dadas por Guilhermino César, quando ela tinha 27 anos. Sua produção poética, que é toda registrada à mão em cadernos e folhas de papel, foi trabalhada durante mais de 40 anos. “Eu uso a palavra, maior façanha do ser humano e expressão de sentimentos. E a poesia serve tanto para o autor colocar seus pensamentos para fora, quanto para o leitor se enxergar neste universo de vivências”, explica Maria Joaquina.

Maria Joaquina Carbunck Schissi nasceu em São Borja em 1950. Formada em direito pela UFRGS, trabalhou como revisora e redatora antes de se tornar advogada e juíza do trabalho, profissão que exerceu por mais de 20 anos. Desde sempre, dedica-​se ao canto e à poesia e, atualmente, frequenta o seminário de criação literária de Léa Masina. Cor de maravilha é seu primeiro livro.

Cor de maravilha
Preço: R$ 20,00 (exemplar) /​Formato: 14 x 21 cm /​96 páginas
www.dublinense.com.br

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Lançamento,Livros

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